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quarta-feira, 23 de maio de 2018

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Novidades literárias [Rúbrica - Deixava de dormir por...]


Fiquem com algumas novidades literárias que me deixariam acordada toda a noite!

Sinopse

Em LoveStar, num futuro próximo a empresa LoveStar controla todos os aspetos da vida humana. Ingriði e Sigríður não foram calculados para ficarem juntos, mas acreditam que se trata de um erro. Uma distopia em que o marketing e a tecnologia governam o mundo, mas não conseguem eliminar definitivamente o amor e a ânsia de viver.


Mais informação aqui 







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Este menino já mora cá em casa, e assim que chegou deixou-me completamente vidrada. Já há muito tempo que um livro não me agarrava logo na primeira página!


Sinopse



Karen, esteticista de profissão, muda-se de Cartagena para Bogotá em busca de uma vida melhor, mas ao chegar não só consegue trabalho como depiladora n'A Casa da Beleza, como se converte na chave para resolver o mistério da morte de uma das suas clientes - uma jovem rapariga, vestida com o uniforme da escola, que aparece morta no dia a seguir a ter visitado Karen no salão.

Com quem se ia encontrar a cliente de Karen?

Entre conversas íntimas e confissões, Karen acabará por ser a confidente de uma psicanalista, da mulher dum congressista, de uma famosa apresentadora de televisão e de uma mãe desolada que busca justiça num país onde a verdade só pertence àqueles que podem pagar por ela.
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As crianças são o nosso maior tesouro.
E devem ser protegidas e viver felizes.

Imagem_Direitos das Crianças.jpg


Marcelo Lourenço, diretor criativo da agência publicitária FUEL, gostaria de ser o James Bond, mas com o cabelo do MacGyver. É redator publicitário há mais de 20 anos e mora em Portugal desde 1999. Tem a sorte de ter casado com a mulher da sua vida e de ter duas filhas maravilhosas (a Juju e a Gabiroca), que dizem que ele é lindo.



Hiro Kawahara ilustra coisas fofase divertidas. O seu trabalho mais conhecido são as toalhinhas das bandejas do McDonald’s, que já faz há algum tempo. Também gosta de escrever coisas que acha que mais ninguém vai querer ler, de jogar jogos que ninguém joga e de ver filmes maus de ter vergonha. Para saber mais visite o site www.hiro.art.br

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Sinopse

Dizem os estudos que 3,5 é o número de vezes que os irmãos se pegam por hora. Ou seja, a cada quinze minutos, ouvimos «Oh, mãe, ele está a chatear-me» e «Não sou eu, é ela!». 



Os conflitos entre irmãos são um dos grandes motivos de stresse e cansaço dos pais, para quem o maior objetivo é que os filhos se deem bem e sejam amigos para a vida.



Com casos reais, exercícios práticos e conselhos, Magda Gomes Dias prova-nos que, se educar uma criança é um desafio grande, educar irmãos é-o ainda mais, mas é possível fazê-lo em harmonia, gerindo diferenças, conciliando personalidades opostas e ajudando cada filho a sentir-se único, tendo a noção de que é escutado e amado.




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Sinopse 


Edmundo Galeano andou pelo mundo, esteve numa missão humanitária e regressou à casa do pai sem parte da mão direita. Regressou com uma experiência para contar e uma recomendação a fazer por escrito, e na elaboração desse testemunho passou a ocupar por completo os seus dias. Porém, ao encontro deste irmão mais novo da família, vêm ter sem remédio as vicissitudes diárias que desequilibram a grande casa do Largo do Corpo Santo. Edmundo vai-se apercebendo, então, que as atribulações longínquas mantêm uma relação directa com as batalhas privadas que são travadas a seu lado. E a sua mão direita, desfigurada, transforma-se numa defesa da invenção literária perante a crueza da realidade. Em outros dos seus livros costuma Lídia Jorge dar rosto à modernidade para dela desocultar os seus efeitos escondidos. Mas neste caso promete mais. Estuário pertence à categoria dos livros de premonição, através do enlace entre o desenho do futuro e a Literatura.
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Quem segue o blogue sabe que Richard Zimler é um dos autores mais querido aqui do blog, por isso esta novidade da Porto Editora não podia aqui faltar. 
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Sinopse

E se, um dia, as raparigas ganhassem subitamente o estranho poder de infligir dor excruciante e morte? De magoar, torturar e matar? Quando o mundo se depara com esse estranho fenómeno, a sociedade tal como a conhecemos desmorona e os papéis são invertidos. Ser mulher torna-se sinónimo de poder e força, ao passo que os homens passam a ter medo de andar na rua, sozinhos à noite. Ao narrar as histórias de várias protagonistas, de múltiplas origens e estatutos diferentes, Naomi Alderman constrói um romance extraordinário que explora os efeitos devastadores desta reviravolta da natureza, o seu impacto na sociedade e a forma como expõe as desigualdades do mundo contemporâneo.




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Fiquei extremamente feliz quando soube que este livro ía sair! Se há autor que merece ser reconhecido e nunca esquecido é o Luís. Obrigada à Porto Editora por isto! 

Sinopse

A 11 de fevereiro de 2013, Bento XVI anuncia a sua renúncia à liderança da Igreja Católica, que justifica com a avançada idade e com a falta de capacidade física para exercer o cargo. Em várias entrevistas e declarações públicas realizadas na altura, Luís Miguel Rocha afirmou que aquele momento e as verdadeiras motivações para a decisão de Joseph Ratzinger tinham todos os ingredientes para um bom romance – mistério, segredo e intriga – e que esse seria o tema do seu próximo livro, A Resignação.
A doença e a sua morte prematura, a 26 de março de 2015, não permitiram que terminasse aquele que seria o seu quinto romance sobre os segredos do Vaticano. Cumprindo a vontade manifestada pelo autor, a família decide concluir o original inacabado. Para dar sequência ao enredo idealizado, foram convidados dois escritores seus amigos, Porfírio Silva e Rui Sequeira, que, com base nas várias notas deixadas, escreveram o desfecho de A Resignação.
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Vejam o livro aqui: 

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Desde que deixei de comer carne que este tipo de livros passou a ter entrada obrigatória cá em casa. Mais alguém curioso com este livro? 

Sinopse 

A tradição dita que os portugueses apreciam refeições generosas e que dão grande importância a uma mesa composta. Sendo a hora da refeição uma fonte de momentos de partilha em família ou com amigos, Gabriela Oliveira, autora dos livros de cozinha vegetariana mais vendidos em Portugal, apresenta «Cozinha Vegetariana à Portuguesa», no qual lança o desafio de adaptar o melhor da gastronomia tradicional portuguesa à cozinha vegetariana.

Neste novo livro de receitas, Gabriela Oliveira explora a fascinante história da culinária portuguesa, marcada pela influência de diferentes povos e culturas, e que hoje sobressai através dos seus sabores e aromas intensos. Preservando os paladares que se associam à gastronomia portuguesa, muito apreciados tanto dentro como fora de território nacional, a autora recria diferentes pratos tradicionais, desde petiscos a doces – mesmo as famosas bolas-de-berlim, tão apetecíveis com a chegada do verão e perfeitas para levar para a praia-, passando pelos deliciosos pratos principais, tendo sempre por base a alimentação vegetal, sustentável e benéfica para a saúde.

«Cozinha Vegetariana à Portuguesa» chega às livrarias a 25 de maio, evocando a tradição portuguesa, não só pelos sabores tipicamente portugueses, mas também pelos ingredientes a que recorre. O livro contém 70 receitas inéditas da autoria de Gabriela Oliveira, refeições tradicionais 100% vegetarianas que ficam bem numa mesa portuguesa, com certeza.
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segunda-feira, 21 de maio de 2018

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275º Passatempo do FLAMES (em parceria com a Planeta)


Querem ganhar um exemplar deste livro?
Preencham o formulário seguinte e boa sorte!




SINOPSE

O meu nome é Eric Zimmerman e sou um poderoso empresário alemão, caracterizo-me por ser um homem frio e distante, que usufrui do sexo sem amor e sem compromisso.
Numa das viagens a Espanha para visitar uma das minhas delegações conheci uma jovem chamada Judith Flores. Ela fez-me rir, cantar e até dançar e eu não estava acostumado a isso. Quando me apercebi, sentia mais por ela do que devia, distanciei-me, mas regressei, pois essa mulher atraía-me como um íman.
A partir desse momento, começámos uma relação recheada de fantasia e erotismo e adorei ensinar Judith a gozar o sexo de uma forma que nunca imaginara.

Descubra o lado submisso, dominante e voyeur que no fundo todos temos!



terça-feira, 15 de maio de 2018

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Novidades musicais

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Açoreana Tour António Zambujo 2018 anuncia concertos extra e já soma 13 espectáculos

Boss AC revela vídeo do novo single: “Queque Foi”

Canção faz parte do novo EP do rapper, “Patrão”, já disponível nas lojas digitais



Este novo conta com participações dos Black Company e DJ Ride. 

Apesar de afastado das edições durante algum tempo, Boss AC nunca parou de compor e escrever novas músicas, até perceber qual a altura certa de as lançar e mostrar ao mundo. Agora é o momento.

Shawn Mendes está de volta com um novo álbum, homónimo, a 25 de maio
Disco já está disponível em regime de pré-venda

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Banda Sonora de “Vingadores: Guerra do Infinito” foi composta por Alan Silvestri e será editada em CD a 25 de maio

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Vingadores: Guerra do Infinito” é um dos mais aguardados filmes dos super-heróis da Marvel do momento e depois da estreia nas salas portuguesas, chega às lojas digitais a banda sonora do filme, composta por Alan Silvestri. Alan já foi nomeado por duas vezes para os Óscares (pela música composta para “Forrest Gump” e “The Polar Express”) e é autor da banda sonora de filmes icónicos como “Regresso Ao Futuro”, “Quem Tramou Roger Rabbit?”, “A Morte Fica-vos Tão Bem” ou “Capitão América: O Primeiro Vingador”.

segunda-feira, 14 de maio de 2018

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Livro: Harry Potter e a criança amaldiçoada (colaboração com Soberana da Noite)



Desde que este livro que saiu que eu estava mortinha para o ler, mas aquele misto entre "quero voltar ao mundo do Harry Potter" e "tenho medo que estraguem a história" fez-me protelar esta leitura. Felizmente a Mafalda Alves (Soberana da Noite) foi-me desafiando e lá me aventurei pelas muralhas de Hogwarts novamente. A juntar a isto surgiu a oportunidade de usar esta leitura para o clube do livro "Conversas Livrásticas" (cujo tema do mês de Março era ler um livro escrito por mais do que um autor) e para a #ML122dias.. este livro tinha, mesmo, de ser lido. 

Entretanto a Mafalda acedeu a colaborar neste post, e deu-me um texto para partilhar com vocês, o que me deixou muito feliz. Quero aproveitar para agradecer-lhe por ter aceite o desafio e, ao mesmo tempo, por me ter desafiado para esta aventura.

"Olá, o meu nome é Mafalda, mais conhecida por estas banda por Soberana da Noite, e hoje vim aqui num instantinho falar-vos sobre o livro Harry Potter e a Criança Amaldiçoada. Uma leitura que fiz em conjunto com a maravilhosa Roberta 💓
Então comecemos pelas coisas mais positivas: a experiência.
Adoro leituras conjuntas. Adoro ter aquela meta diária e de ver que consigo atingi-la. Gosto de verem as páginas a avançarem. (Coisa que, quando tento fazer sozinha, raramente resulta). E adoro ter alguém com quem partilhar como está a ser a minha leitura. Quando uma pessoa gosta de falar, poder trocar experiência e opiniões sobre as nossas actuais leituras é óptimo! Acho que até nos ajuda a deitarmos mais sentido aos pormenores do livro. E a outra pessoa até nos pode chamar a atenção para coisas que, se tivéssemos a ler sozinhos, nem nos aperceberíamos.
Reflectir é bom. Reflectir em conjunto é ainda melhor!
Eu e a Roberta, tendo em conta os nossos ritmos de leitura, escolhemos uma meta super pequena e fácil de cumprir. O que foi óptimo! Pude ler outros livros em simultâneo e, se havia algum dia que não conseguia ler, facilmente recuperava no dia seguinte.
Foi fantástico! E só tenho pena de não lermos muito o mesmo género. Porque adoraria repetir 💓

Quanto à leitura em si, bem, Harry Potter é Harry Potter e só funciona escrito pela nossa maravilhosa JK Rowling.

A história até é boa. Mas houve coisas que foram resolvidos de forma muito estranha e pouco credível.
Já para não falar a falta enooooorme que o narrador faz!!! É ele que nos faz voar para aquele mundo tão fantástico. Que nos faz afeiçoar as personagens incríveis que a JKR criou.
Ou seja, a peça de teatro, para mim, não resultou lá muito bem... Precisava de ser reescrita. Como uma verdadeira continuação da série. Com narrador e tudo direitinho, como só a JKR sabe fazer.
Mas foi bom conhecer os destinos das personagens tão nossas conhecidas 😀"

Obrigada Mafalda pelas tuas palavras e pela colaboração. Tal como ela, eu adorei a experiência. Ir podendo falar naquilo que sentia com alguém que se encontrava na mesma situação que eu foi fabuloso. 

Não me alongo mais porque a Mafalda disse tudo. Ambas tivemos a mesma opinião do livro e sobre a experiência, e por isso não me vou repetir. Resta-me dizer que, caso volte a aparecer um livro da saga, provavelmente não terei a coragem para o ler... Tudo deve ter um fim e por muito que me tenha custado o fim da saga, acho que teria sido melhor que assim continuasse, em vez de terem tentado fazer uma coisa diferente, com uma história pouco credível. 

Talvez a peça de teatro seja interessante, mas a leitura do livro só correu bem porque tive a companhia da Mafalda, senão teria sido muito penosa. 

Mais alguém se aventurou na leitura desta obra? 

Roberta 

domingo, 6 de maio de 2018

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274º Passatempo do FLAMES (em parceria com a CoolBooks)



AS ÚLTIMAS LINHAS DESTAS MÃOS
Susana Amaro Velho


Sinopse



Depois da morte de Alice, a sua filha Teresa recebe uma herança que a deixa intrigada: um monte de cartas, algumas com tantos anos quanto ela, que contam uma história de amor que não sabe se é ou não real. Não conhece os lugares. Não reconhece as personagens. Não sabe, sequer, quem é a própria mãe e onde se encaixa naquele enredo.
Este amor em linhas vivido por Alice, de tão intenso, tão mordaz, tão vivo e tão presente vai abrindo espaços, alimentando dúvidas, resgatando culpas antigas e memórias apagadas.
Mas será ele suficiente para que Teresa possa, finalmente, perceber e perdoar a mãe? Poderão as últimas linhas de Alice ser mais fortes e enlaçar o que ela em vida não conseguiu prender?

Querem ganhar um exemplar deste livro? 
Preencham o formulário e façam figas :) 

VENCEDOR:
CLAUDIA RAPOSO 

sábado, 5 de maio de 2018

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Colaboração


Olá a todos :) 

Em colaboração com outros blogues tenho um pedido a fazr-vos: 
Podiam responder a este questionário? É mega rápido! 
Obrigada 

segunda-feira, 30 de abril de 2018

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Livro: O Moinho Maldito (Ana Nunes)



Ficha Técnica

O MOINHO MALDITO
Ana Nunes

Ano de edição ou reimpressão: 2017
Editor: Coolbooks
ISBN: 978-989-766-116-7
Idioma: Português
Número de páginas (estimadas): 148

Sinopse

Começaram as férias. Os 4 amigos voltam a encontrar-se em Sesimbra. Uma artesã francesa compra um moinho - dizem estar amaldiçoado! -, para lhe servir de ateliê e restaurar umas peças valiosíssimas pertencentes a uma coleção privada.
Pouco tempo depois, o jornal local anuncia o desaparecimento de alguns desses tesouros da Casa de Calhariz. Quem os roubou? Será que a maldição do moinho está relacionada com o que aconteceu? Os 4 Quadrantes e o Sam decidem investigar.

Opinião 
Roberta Frontini

Como sabem gosto de ler obras de autores portugueses, e gosto também de ler livros para crianças e jovens (deve ser a minha parte jovem que não quer envelhecer). 
Já tinha lido um livro desta colecção, o "O segredo da cascata dos murmúrios" e tinha ficado agradavelmente surpreendida com a escrita da autora. Nas primeiras páginas encontramos a descrição das personagens. Cada uma delas tem características próprias e complementares, o que tornam o grupo interessante. 

Neste livro voltamos a encontrar os 4 amigos que gostam muito de se colocar em aventuras. Quando era mais nova imaginava sempre como seria divertido meter-me nestas "alhadas", então na altura gostava muito de ler este género de livros que aliam aventura com mistério. Por isso mesmo consigo colocar-me na pele destes jovens e perceber que provavelmente, vão encontrar aqui um pretexto para passar umas boas horas no universo paralelo da imaginação. 

Para além do mais posso dizer que este livro me trouxe um outro género de emoções inesperadas. De facto, eu não tinha lido a sinopse dele (o que faço quase sempre) e fiquei surpreendida quando reparei que se passava na Serra da Arrábida que, recentemente, passou a ser um lugar que associo a boas recordações. 

Mais uma vez a autora faz um "jogo" interessante de apresentação da história com factos históricos e tradições de Portugal, ao mesmo tempo que nos mostra lugares mágicos com descrições bem conseguidas e pouco cansativas. Fez-me sentir emoções, recordar cheiros, cores e sabores, como os das tortas de Azeitão, os cheiros da serra ou o azul inconfundível do mar que se vislumbra da serra e que, de tão bonito que é, convida quem por lá caminha a parar para se deslumbrar com a beleza do nosso país. 

A autora consegue ainda abordar algumas questões importantes de forma integrada, como a questão das classes sociais. 

Uma outra coisa que gostei foi o facto de a autora ir dando, ao longo do livro, alguns vislumbres do que se passou nos três livros anteriores. Assim, não só nos aguça a curiosidade do que podemos encontrar nos outros livros, como nos consegue enquadrar bem em termos da história e das relações entre os 4 amigos. 

Obrigada à Ana por me ter feito viajar tanto no tempo: por me ter feito voltar à infância e aos momentos que eu passava a ler histórias de aventura e mistério; ao me ter feito relembrar umas férias de sonho que tive recentemente nestes lugares mágicos; e ao me ter feito viajar no futuro, pois fiquei cheia de vontade de regressar aos lugares que me fizeram sentir tão bem, e já me estou a imaginar a percorrer de novo aqueles lugares e imaginar-me lá com os 4 quadrantes!

segunda-feira, 23 de abril de 2018

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Livros: Novidades de Abril



Continua a chover em Abril.. enquanto o bom tempo vai e vem, sabe bem ficar no quentinhos dos lençóis, de preferência bem acompanhados ;) ou andar com um livro atrás e ir aproveitando as abertas!


Aqui ficam algumas novidades editoriais de Abril que me andam a piscar o olho...

Info aqui
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Info aqui 
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Info aqui
preview - No jardim do Ogre
Info aqui


Adicionar legenda

Opinião do livro 1 no FLAMES aqui. Mais sobre o livro 2 aqui.

sexta-feira, 20 de abril de 2018

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Novidades musicais


Olá!
Passo por aqui para vos deixar algumas das últimas novidades no mundo da música :) 
Espero que gostem!
Roberta 


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The Cure reeditam “Mixed Up” a 15 de junho com versão remasterizada
Conta com 16 novas misturas por Robert Smith e 11 misturas raras
Mixed Up

Com o lançamento do álbum “Disintegration” e a digressão mundial que se seguiu, “Prayer Tour”, os The Cure terminavam triunfantes a década de 1980, mas no primeiro ano dos anos 1990 o grupo encontrava-se, inesperadamente, instável.

Determinado a manter o sucesso da banda, mas sabendo que não existiam tensões internas para abordar antes de voltarem ao estúdio, Robert Smith decidiu fazer algo de diferente: selecionar as remisturas mais raras de temas da banda. À medida que o trabalho em “Mixed Up” progredia, Smith apercebeu-se que algumas das primeiras remisturas dos The Cure não estavam ao mesmo nível das mais recentes.

Dois temas no álbum, “A Forest” e “The Walk”, não foram somente remisturados, mas inteiramente regravados. As canções foram reconstruídas em estúdio com o produtor Mark Saunders, usando muito do material original.

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Banda Sonora do documentário “Beside Bowie: The Mick Ronson Story” nas lojas a 8 de Junho

Disco será lançado em CD, vinil e digital


A Universal Music orgulha-se de anunciar o lançamento da banda sonora de “Beside Bowie: The Mick Ronson Story” para o dia 8 de Junho. A banda sonora acompanha o lançamento em DVD e Blu-ray do documentário “Beside Bowie: The Mick Ronson Story”, que serão editados no mesmo dia.
A banda sonora será a primeira retrospectiva de carreira oficial desta virtuoso da guitarra. Além de temas marcantes dos discos a solo de Mick Ronson, a compilação inclui colaborações com David Bowie, Elton John, Ian Hunter, Queen e Michael Chapman. O álbum inclui ainda uma versão inédita de “This Is For You”, de Joe Elliott dos Def Leppard e uma homenagem a Mick Ronson do pianista Mike Garson (David Bowie, Nine Inch Nails, Smashing Pumpkins). A banda sonora estará dispon ivel em CD e formato digital, bem como em vinil de 180 gramas e numa edição limitada em vinil colorido que inclui um extenso ensaio sobre o músico.

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Nicki Minaj está de volta com duas novas canções: “Barbie Tingz” e “Chun-Li”
Rapper lançou o seu último álbum em 2014, “The Pinkprint”


Nicki Minaj surpreendeu tudo e todos e deixou os seus fãs em êxtase com o anúncio de duas novas canções: “Barbie Tingz” e “Chun-Li”.

Apesar de ter editado o seu último álbum, “The Pinkprint”, em 2014, a rapper tem mantido constantes colaborações com outros grandes nomes do hip hop. No início deste ano, Nicki Minaj e Quavo (dos Migos) partilharam o vídeo do tema “She For Keeps”, colaboração que faz parte da mixtape “Control the Streets Volume 1”.
No último ano Minaj colaborou com nomes como Yo Gotti (em “Rake It Up”), Lil Uzi Vert (em
“The Way Life Goes”), Travis Scott (em “Krippy Kush (Remix)”), com os Migos e Cardi B (em
MotorSport”), entre outros.

Agora Nicki Minaj está de volta. Preparem-se.

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Florence The Machine - O regresso com “Sky Full Of Song”
Single será editado em vinil de 7” no Record Store Day


Os Florence The Machine acabam de desvendar o seu belíssimo novo tema, “Sky Full Of Song”. Lançado de surpresa em parceria com o Record Store Day, o single terá ainda uma edição limitada em vinil de 7” no dia 21 de abril. Já está também disponível o vídeo da canção, realizado por A.G Rojas.

Relativamente a “Sky Full Of Song”, a própria Florence escreveu: “Esta é uma canção que caiu do céu já completamente feita. Por vezes quando estás a atuar sentes-te de tal forma nos píncaros que é muito difícil descer [à terra]. É aquela sensação de te sentires quebrada, correndo incessantemente de um lado para o outro, de querer que alguém te abrace e te faça voltar a ti mesma. É um sentimento incrível, celestial, mas, por vezes, um pouco solitário.”

Esta edição de “Sky Full Of Song” para o Record Store Day será acompanhada de uma gravação de “New York poem (for Polly)”, retirada de “Useless Magic”: uma coleção de letras, artwork e poesia que irão formar o primeiro livro de Florence, que oferece um olhar único e pessoal sobre o seu processo criativo. “Useless Magic” será editado a 5 de julho.

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Snow Patrol estreiam nova canção e vídeo: “Life On Earth”
Single faz parte de “Wildness”, o primeiro álbum dos Snow Patrol em sete anos, que será apresentado dia 12 de julho, no NOS Alive

Os Snow Patrol acabam de estrear o vídeo para “Life On Earth”, a nova canção retirada de “Wildness”, o primeiro álbum da banda em sete anos. O vídeo foi rodado na Agência Espacial Europeia na Holanda e foi estreado pelo astronauta britânico Tim Peake.

A banda vai apresentar as novas canções de “Wildness” em Portugal no próximo dia 12 de julho, no âmbito do festival NOS Alive, no Passeio Marítimo de Algés.

Este ano, o grupo vai lançar uma edição limitada do single “Don’t Give In” em vinil de 10”, acompanhado do tema “Life on Earth”, a propósito do Record Store Day, a 21 de abril.

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Reedição de “Cairo” dos Táxi mantém-se desde Março no top de vendas nacional
Álbum inclui temas emblemáticos como “Cairo”, “O Fio da Navalha” e “Hipertensão”


Formaram-se há quase 40 anos no Porto e ainda hoje os Táxi são recordados como um dos mais lendários e marcantes grupos da pop nacional que quebrou barreiras na década de 80. 36 anos depois da mítica edição do vinil em caixa metalizada, a editora Universal Music, juntamente com os Taxi, reeditaram o vinil de “Cairo”, que tem sido considerado um dos melhores discos de sempre do rock português e foi o segundo disco de ouro da banda.

Esta reedição tem sido um grande sucesso de vendas, mantendo-se desde Março no top 50 de vendas nacional e encontrando-se em 2.º lugar do top de vinil das lojas FNAC.

Lançado originalmente em 1982, “Cairo” foi um disco marcante na pop nacional de então. Sucessor do muito bem-sucedido álbum de estreia homónimo, “Cairo” surpreendeu não só pela inovadora capa metalizada, mas acima de tudo por canções que ficaram para a história como o tema que dá título ao disco, “Cairo”, “O Fio da Navalha” ou “Hipertensão”.

Na altura, “Cairo” vendeu cerca de 15 mil cópias apenas três dias depois de ter chegado às lojas.

Agora está de volta e novamente em vinil. Uma reedição a não perder de um dos maiores clássicos da pop nacional.

segunda-feira, 16 de abril de 2018

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127ª Entrevista do FLAMES: Daniel Cardoso (produtor e músico português)


Daniel Cardoso


Daniel Cardoso é um dos membros de uma das minhas bandas favoritas da vida: os Anathema. Para além do mais é baterista e, como alguns de vocês sabem, também eu toco bateria. Por isso quando aceitou responder a esta entrevista quase julguei que estava a sonhar. 



Mas Daniel Cardoso é muito mais do que isso: é um produtor e músico autodidacta, o que aumenta apenas o meu respeito por ele. Fiquem com a entrevista:

A todos os artistas o FLAMES pergunta... 


Quais são os artistas que mais te inspiram?

É-me extremamente difícil responder a isso, para ser sincero nunca me senti muito inspirado por outros artistas. Sou acima de tudo uma pessoa inspirada pela vida. Sinto admiração por alguns artistas pela postura que têm na música e na vida, por exemplo artistas como o Dave Grohl, mas não me considero propriamente inspirado por eles.

Há algum local onde gostarias muito de poder tocar?
Nos últimos anos tenho tido a sorte de tocar em locais e países onde sempre sonhei ir, recorrentemente em alguns dos casos. Talvez pudesse dizer o Irão (se numa realidade paralela fosse seguro e realista uma banda de rock ir lá tocar) pelo simples facto de que é provavelmente o país onde a banda em que toco tem mais fãs per capita. É raro darmos um concerto, seja em que país for, onde não haja várias pessoas do Irão e até muitas vezes já perguntamos por brincadeira “quantos de vocês são do Irão?”. Infelizmente a juventude e a liberdade de expressão no Irão ainda são conceitos constantemente cilindrados pelas tradições dos velhos regimes o que faz com que bandas que empunhem a bandeira da liberdade e da igualdade não sejam propriamente bem vistas lá. Mas talvez um dia.

Lembras-te de alguma situação caricata que tenha ocorrido num concerto? 
Lembro-me de uma vez no fim de uma actuação mandar uma baqueta para o público mas como tinha as luzes apontadas à cara não consegui ver para onde estava a apontar. No preciso momento em que a baqueta me saiu das mãos apagaram-se as luzes de frente e consegui ver, assim como que em camera lenta, que acertou em cheio da cabeça de uma rapariga que estava de costas. Felizmente o cabelo deve ter amortecido o impacto e acho que ela não se magoou nem levou a mal, provavelmente até levou foi a baqueta para casa. Tocar em palco com o Dr. Stephen Hawking e ter o Hans Zimmer, o Brian May e o Brian Eno na plateia também foi bastante caricato. 

Que mensagem gostarias de ver ser erguida num cartaz durante um concerto teu?
Qualquer coisa cómica e criativa que me faça rir. 

Ao Daniel Cardoso o FLAMES pergunta... 

És um artista muito versátil: escreves, tocas vários instrumentos, és actor, és produtor… Mas se alguém te perguntasse qual é a tua profissão e só pudesses escolher uma palavra para te definir, qual escolherias? 
Só não sou actor, isso é uma confusão da internet por haver um actor com o mesmo nome que eu. Na verdade - e curiosamente - é uma das minhas paixões, ser actor de cinema, mas não seria em Portugal, teria que ser em Hollywood. Num universo paralelo assim o seria, mas para já só faço o resto, que basicamente significa que tenho muito mais trabalho e ganho muito menos dinheiro. Numa palavra só diria músico, já que no fundo tudo aquilo que é neste momento a minha profissão gira apenas e só à volta disso. 

Uma das coisas que fazes é remote pre-production. Como é que isto se processa? 
É apenas uma solução para acompanhar bandas de outros países sem rebentar com os seus orçamentos. Por exemplo estive há uns anos quase 3 semanas no Chile a produzir uma banda e só em hotel, viagens e refeições para mim a banda gastou um balúrdio, ao que se somou a fee do trabalho em si e outros gastos que a banda teve ao alugar o estúdio, etc. Fazendo a produção ou pré-produção remotamente consigo fazer na mesma algum acompanhamento durante a produção mas sem implicar despesas de quatro ou cinco dígitos às bandas. Também é uma forma de poder trabalhar no conforto do lar. Abençoada internet. 

E o facto de seres músico achas que ajuda no teu trabalho enquanto produtor, ou achas que pode ter uma influência mais negativa por não te permitir ser tão objectivo?
O facto de ser músico só pode afectar positivamente o lado de produtor. Já o contrário tem invariavelmente o efeito oposto, ou seja, sendo produtor sinto uma influência negativa no meu lado de músico-compositor na medida em que me molda demasiado, me faz pensar demasiado no que devo ou não fazer, no que está ou não “correcto” e acima de tudo amputou-me a experiência de ouvinte. Sinto que perdi muito aquela pureza de ouvir música, é-me muito difícil ouvir música sem reparar em todos os pormenores técnicos. Chego ao cúmulo de gosto de, permite-me a expressão, música de merda por estar bastante bem produzida e não olho a bons olhos (ou bons ouvidos) para músicas bem compostas que tenham uma produção amadora. Para mim é o único lado negativo da minha profissão.

Qual dos instrumentos que tocas mais te entusiasma?
Bateria, sem qualquer tipo de dúvida. 

Já trabalhaste em várias partes do mundo, desde Portugal, Reino Unido, Estados Unidos… encontraste algumas diferenças culturais na forma que os artistas adotam para fazer música?
Há uns anos atrás notavam-se algumas diferenças de posturas e mentalidades no seio do meio musical, hoje em dia nem por isso, até porque está tudo muito globalizado. Não que isso seja mau.

Há algum artista com quem gostarias muito de poder vir a trabalhar?
Já trabalhei com uns quantos daqueles que em idos anos me levavam a sonhar “um dia ainda hei-de trabalhar com ele/ela”. Neste momento não sei. Num plano realista estive recentemente em tour com Alcest e não me importava nada de trabalhar com eles como produtor. Num plano mais irrealista, talvez uma Bjork. 

Uma das bandas com quem trabalhas são os Anathema, que estão agora em tour para promover o novo álbum “The Optimist”. Pessoalmente consideras-te um optimista?
Sim, bastante. Tento ter uma visão positiva das coisas, acima de tudo em termos de ambição e pro-actividade. Não aceito um “isso é muito difícil” como resposta e não gosto de “nãos”. 

Os Anathema são uma banda em constante evolução. Ao longo dos anos passaram por várias fases, musicalmente falando… Porque achas que isso aconteceu? 
Acima de tudo pela genuinidade das pessoas que decidiram o rumo da banda. Fizeram sempre aquilo que sentiram e acima de tudo que gostavam de ouvir. Nunca houve uma preocupação do tipo “temos que mudar para tornar as coisas interessantes” ou para atingir este ou aquele mercado. Do que conheço da banda e do percurso da banda sei que foram sempre honestos com aquilo que sentiram, e sentiram sempre vontade de explorar coisas novas e que acima de tudo fossem ao encontro do tipo de música que gostam de ouvir. 

O facto de trabalhares com tantos artistas diferentes, achas que influência enquanto músico?
Sim, cresce-se sempre um bocadinho a vários níveis, talvez até mais a nível humano. Há sempre algo a “roubar” de alguém e que se torna em crescimento, seja algo positivo, negativo, pessoal, musical, emocional. 

Para o futuro, o que podemos esperar do teu trabalho?
Podem esperar isso mesmo: trabalho.

Obrigada ao Daniel pela oportunidade! 

domingo, 15 de abril de 2018

1

273º Passatempo do FLAMES (em parceria com a Planeta)




SINOPSE

Nunca nos esquecemos do Tal.
E não vai esquecer este livro.

Lizzie Sparkles devia ser a rapariga mais feliz do mundo... está a três meses de se casar com quem acha ser o Tal, no casamento dos seus sonhos! Passou os últimos três meses em êxtase. Mas, um fim-de-semana quando está a experimentar o vestido de noiva recebe notícias perturbadoras: o amor do passado regressa à sua vida como uma bomba! Depressa percebe que estas notícias ameaçam atrapalhar e eliminar os seus planos tão cuidadosamente elaborados.
O regresso inesperado de Alex muda tudo e Lizzie enfrenta um dilema impossível. Como poderá esquecer o passado, quando se depara com ele... e lhe pede mais uma oportunidade? E é forçada a fazer uma escolha que mudará a sua vida para sempre.

Uma história de amor comovedora e inesquecível, uma leitura emotiva, que não deixará os leitores indiferentes.

VENCEDORA: 
Ana Ventura

domingo, 1 de abril de 2018

5

272º Passatempo do FLAMES (em parceria com a Planeta)



VENCEDOR: Fernando Almeida

terça-feira, 27 de março de 2018

2

Um post em tom de desabafo (por Roberta)




Olá a todos. Considerando o último post aqui do blogue achei que devia fazer algo que sempre evitei mas que chegou a hora de fazer: escrever um post um pouco a nível mais pessoal.

Quando estava a tirar o doutoramento achei que não ía conseguir dedicar-me ao FLAMES como devia, mas consegui ir-me organizando. Contrariamente às minhas expectativas, comecei a trabalhar assim que terminei. Neste momento encontro-me envolvida em projectos que me enchem o coração. Finalmente descobri o prazer de trabalhar com uma equipa de pessoas maravilhosa que valorizam o meu trabalho e para as quais quero sempre dar o meu melhor. Não considero, sequer, que trabalho tal é o prazer que me dá. Obviamente que isso fez com que não me dedicasse tanto ao blogue como gostaria. 

Mas graças à dedicação e ao empenho da Mariana o blogue não morreu. E por isso eu quero agradecer-lhe publicamente: nos últimos meses se não fosses tu o blogue teria desaparecido. Por isso, e por tudo o que passámos durante estes 8 anos de trabalho (e muitos mais de amizade) vou sempre estar-te eternamente grata!
A password do blogue e das outras redes sociais será sempre a mesma e mantenho a esperança que, tal como ela me surpreendeu com a sua saída, me surpreenda com o seu regresso. O blogue sem a Mariana não é o mesmo.

Posto isto, quero informar que vou manter-me a trabalhar no FLAMES da melhor forma que conseguir. Talvez com menor regularidade, mas eu prefiro diminuir a regularidade mas manter a qualidade do trabalho. Aqui no blogue SEMPRE ambas fizemos questão de ler os livros e de os analisar da melhor forma (não quer dizer que seja o melhor que já se viu, mas o melhor que conseguimos). 

Os passatempos vão-se manter, a maratona #ML122dias vai continuar com a preciosa colaboração da Cristina do LinkedBooks.

Eu vou-me manter deste lado. Espero de coração que vocês se mantenham aí também.
Um beijinho grande a todos, obrigada pela vossa presença… esperamos pelo teu regresso Mariana! Fazes falta!

quarta-feira, 21 de março de 2018

9

O meu último post: Obrigada a todos!






Sempre que me cruzo com um blogue cujo autor deixou de publicar novos conteúdos sem qualquer justificação fico sempre simultaneamente triste e curiosa pois começo a imaginar mil e um motivos para tal ter acontecido.
Para evitar que isso aconteça no meu caso, escreverei as próximas linhas para que entendam aquilo que me vai na alma.

Quando criei o FLAMES em 2010, juntamente com a Roberta, não imaginava aquilo que estes 8 anos e 3 meses iriam trazer à minha vida. Aquilo que começou como uma brincadeira entre duas amigas que se conheceram na faculdade ganhou proporções, para mim, inimagináveis. Tive muito mais trabalho do que alguma vez tinha previsto. Tive também muitas mais recompensas pois tive o privilégio de conhecer tantas pessoas interessantes, de privar com escritores que admiro, de falar com cantores e músicos portugueses que me acompanharam durante anos e de conhecer profissionais da indústria literária e musical que me mostraram que se nos esforçarmos o nosso trabalho será devidamente reconhecido.

Aquilo que começaram como simples posts de opinião à quinta-feira tornou-se, com o passar dos anos, para mim, uma janela para o mundo onde podia dar a minha opinião sobre o que eu quisesse, usufruindo da liberdade que a internet nos proporciona hoje em dia. Saber que durante mais de 8 anos tive pessoas desse lado que concordaram comigo, discordaram e me questionaram tem um valor incalculável. Não consigo expressar por palavras o quão agradecida vos estou por me terem feito acreditar que as minhas palavras poderiam ter algum significado.

Quando vejo o que escrevia no longínquo ano de 2010 e o que escrevo agora percebo o quanto cresci, o quanto mudei e evolui. Hoje não sou a mesma pessoa que era então, por isso mesmo comovo-me ao perceber que o FLAMES me acompanhou ao longo de quase uma década que foi fulcral para a minha evolução enquanto ser humano.

Embora os últimos meses tenham sido mais solitários para mim aqui no blogue, não posso deixar de estar feliz pelo que foi conquistado e sei que durante meses sempre que chegar à quinta-feira, o dia que passei a ver como “o meu dia” para escrever no FLAMES, vou sentir que me falta algo. Como seres de hábitos que somos, esse hábito em particular entranhou-se-me na pele e levarei algum tempo até que desapareça. Ao perceber isto sinto-me simultaneamente triste e feliz: triste pois apesar de saber desde o início deste projecto que tudo tem um fim e a minha participação no blogue não seria diferente, confesso que nunca previ que tal fosse acontecer tão cedo; feliz pois levo comigo um sentimento de dever cumprido e todos os ensinamentos que guardei ao longo destes anos.

Resta-me agradecer à Roberta, aos nossos parceiros e a vocês, os nossos seguidores que fizeram com que me mantivesse aqui durante quase uma década.
Em relação ao bichinho que ficou pelas opiniões, vou agora dar largas à minha imaginação na minha página do Goodreads no que a leituras diz respeito; em relação às outras categorias, os meus familiares e amigos vão ter que ter ainda mais paciência para me ouvir a tentar convencê-los a ver este e aquele filme, série ou anime.

Foram oito anos, foram algumas derrotas mas muitas, mesmo muitas vitórias. Foram muitas horas de trabalho, de planeamento e discussão mas, acima de tudo, foram 8 anos e 3 meses de felicidade.

Obrigada a todos,
Mariana Oliveira

quinta-feira, 8 de março de 2018

2

Livro: Boneca de Trapos




Título Original: Ragdoll
Ano de edição: 2018
Género: Policial, Thriller
Autor: Daniel Cole
Editora: Suma de Letras


* Por Mariana Oliveira *


Este livro chegou-me às mãos depois de a editora ter feito uma campanha publicitária que me deixara repleta de curiosidade. Assim, quando recebi a “Boneca de Trapos” acompanhada por uma sugestiva agulha e seis bocados de pano que unidos formam um corpo não aguentei mais e comecei a ler o livro no próprio dia... mal imaginava eu que esta seria a minha leitura mais rápida do ano até agora!


Sinopse:
“William Fawkes, um controverso detective conhecido por “Wolf”, acabou de ser reintegrado no seu posto após ter sido suspenso por agressão a um suspeito.
Quando se junta à sua antiga colega e amiga, a inspectora Emily Baxter, num local de crime, tem a certeza de que está perante um grande caso: o corpo que encontram é formado pelos membros de seis vítimas, suturados de modo a formar uma marioneta que fica conhecida como “Boneca de Trapos”.
Fawkes é incumbido de identificar as seis vítimas, mas tudo se complica quando a sua ex-mulher, que é repórter, recebe uma carta anónima com fotografias do local do crime acompanhadas por uma lista na qual constam os nomes de seis pessoas e as datas em que o homicida tenciona matá-las. O último nome da lista é o de Fawkes...
A sentença de morte com data marcada desperta as memórias mais sombrias de Wolf. O detective teme que os assassinatos tenham mais a ver com ele – e com o seu passado – o que qualquer um possa imaginar.”


Opinião:
Um bom policial tem de começar com um mistério que nos deixe curiosos logo à partida. Neste livro isso acontece quando nos deparamos com a inusitada Boneca de Trapos sobre a qual nada sabemos: quem são as seis vítimas que compõem o macabro corpo? Porque é que foram escolhidas pelo maquiavélico assassino? E porque será que tudo aponta para que, de alguma forma, o detective Wolf possa estar relacionado com estas mortes?
São estas as questões que me assaltaram logo nas primeiras páginas desta história e me deixaram curiosa para desvendar o motivo destas mortes. Contudo, eis que tudo se torna ainda melhor quando surge uma lista com o nome de mais seis futuras vítimas! A partir daqui, entramos no tipo de leitura que gosto de apelidar de “corrida contra o tempo que me vai levar a devorar páginas atrás de páginas na expectativa de conhecer o desfecho da história”.

Como se tudo isto já não fosse suficientemente interessante, eis que sou apanhada completamente de surpresa por um detalhe que não estou acostumada a ver em policiais: um sentido de humor exímio. Daniel Cole tem um dom para escolher o momento exacto para nos surpreender com uma piada que nos faz rir mesmo perante um macabro caso de polícia e que, de certa forma, serviu para aligeirar o ambiente ao longo da investigação. Adorei as pérolas com que o autor nos presenteia ao longo da obra que surgem aqui na quantidade certa e nos momentos ideais.

Se o humor me surpreendeu houve outro detalhe que me deixou ainda mais estupefacta: a minha afeição para com certas personagens. Confusos? Passo a explicar:
Sempre que leio um policial estou exclusivamente interessada no mistério em si, nas suas várias camadas e na sua possível resolução. Nunca, e repito, nunca me interesso pelas personagens. Não estou preocupada se alguém vai levar um tiro, cair nas mãos do assassino ou ficar maldisposto com o jantar do dia anterior. Com um policial nunca crio qualquer laço com as suas personagens, foi por isso que me surpreendi a mim mesma quando percebi que estava genuinamente preocupada com o dedicado Edmunds, a obstinada Baxter e o quebrado Wolf. Estas três personagens conseguiram fazer com que eu me interessasse verdadeiramente com o seu bem-estar e temesse pelo seu futuro.
Creio que o carácter que o autor lhes conferiu, a vida que construiu para cada uma delas e as conturbadas relações que criou entre elas as tornou mais humanas e, apesar de repletas de defeitos, tal como nós, conseguiram cativar-me.

Assim, pelo mistério cativante e pelo ritmo acelerado da trama que não nos deixa largar esta leitura; pelo sentido de humor inteligente e pelas personagens tão reais  e interessantes recomendo a obra “Boneca de Trapos” a quem não consegue resistir a uma história cheia de suspense, emoção, drama e humor.

quinta-feira, 1 de março de 2018

3

Anime: Log Horizon




Ano de Estreia: 2013
Género: Fantasia, Aventura, Acção
Número de Episódios: 50
Produtor: Shinji Ishihara


* Por Mariana Oliveira *


“Log Horizon” foi-me aconselhado por alguém que literalmente devora animes e que gostou muito deste em particular. Apesar de a sinopse me lembrar bastante de um anime que eu tinha visto há relativamente pouco tempo, “OverLord”, mesmo assim decidi seguir o conselho dado e ver com os meus próprios olhos essa supostamente incrível história.


Sinopse:
“Sem que alguém estivesse à espera, 30 mil jogadores japoneses vêem-se aprisionados num conhecido jogo, Elder Tale, depois de a última actualização feita os impedir de fazer logout. No meio dos milhares de surpreendidos jogadores está o estudante Shiroe que, depois de ultrapassado o choque inicial, decide explorar essa incrível nova realidade. A partir daí, Shiroe terá de aprender a viver neste mundo repleto de perigos, aventuras e desafios.”


Opinião:
Eu sei que plataformas conhecidas de animes têm o “Log Horizon” em muito boa conta, com boas classificações. Contudo, eu tenho de confessar uma coisa: só consegui ver 12 episódios! Agora que deitei cá para fora este segredo que me perseguia há meses deixem-me explicar-vos porque é que este foi o único anime de que desisti na última meia dúzia de anos.

Apesar de a premissa ser interessante, Log Horizon cometeu um erro que alguns animes longos cometem (mas por longos entenda-se animes com centenas de episódios (!) e não apenas 50 como é o caso deste). De facto, nestes 12 episódios que vi aprendi verdadeiras dicas de como encher chouriços durante todo um episódio. Assim, há um episódio unicamente dedicado a como cozinhar comida incrivelmente saborosa para vender aos outros jogadores e claro que não faltou o episódio em que o protagonista e companhia se dedicaram do início ao fim daqueles longos 23 minutos a varrer, limpar o pó e deixar a brilhar a sua nova sede. A sério… isto tornou-se insuportável!
A par destes episódios absolutamente entediantes tínhamos os amigos do protagonista. Já nem sequer me lembro do nome deles, mas aquela ninja em miniatura e o guerreiro gigante já me estavam a enervar ao repetirem sempre as mesmas quezílias entre eles e sem contribuírem com nada de verdadeiramente significativo para o desenrolar da história. Também outras personagens eram absolutamente enervantes: a chefe de uma guild que parecia ter apenas um neurónio e meio, outra senhora igualmente importante na guild que de cada vez que via a ninja em miniatura literalmente ia ao céu e vinha pois achava que ela era a coisa mais fofa do mundo e só sabia persegui-la para abraçá-la... chega! 

Por causa disto, decidi desistir do anime. Que me recorde, apenas tinha desistido de 2 animes no passado, mas como se costuma dizer: não há duas sem três!
Mais do que uma pessoa já me disse que “mais lá para a frente” a história fica interessante, mas sinceramente já não tenho paciência para perder tempo com animes que começam muito mal e só depois é que ficam bons pois a oferta de histórias é tão grande que prefiro avançar para um anime que realmente me fascine.
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